visto, o olho dança
a dança do desver.
quão difícil é saber
o que há abaixo,
no fundo mais fundo
do poço, ou no alto,
lá onde albatroz
e nuvem, reúnicos,
posto que reunidos
em único e difuso
corpo, ao olho iludem
como se um cisco
a flutuar sem rumo,
como se um anjo
de papel navegante,
como se vaga-lume
que vagasse epifânico.]

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