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[A LATA QUE VIROU POEMA]

[tardou  quem sabe um século para que a lata, ao sol,  à chuva, em canto analfabeto  de um quintal sem dono,  em fundo de um fundo de terra  entre taiobas e arames, entre pneus  e caramujos, entre carcaças de bichos  e flores desbotadas, pois tardou  um século para que a lata,  de seu óxido, de sua ferrugem,  de seus buracos, emitisse por fim  o som de um poema.]

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