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[AS FERRAMENTAS DE ESCREVER]

Meu convívio afetuoso e amantíssimo com máquinas de escrever (ainda possuo uma Lettera 82 muito graciosa, presente do meu filho David) começou em 1971. Recém-chegado de Minas, obtive o meu primeiro emprego em São Paulo na bizarra função de limpador de tipos. A empresa ficava na Consolação, bem diante da Biblioteca Mário de Andrade. Eu não apenas limpava os tipos com uma borracha moldável, mas, também, entregava à clientela as máquinas já reluzentes e lustradas. Supimpas. Quixotesco, flanava a pé com as máquinas acomodadas no peito pelo centro velho da cidade. Desse convívio inicial como faxineiro das borras de tinta acumuladas nos tipos, me transformei alguns anos depois em usuário, ao começar a minha vida de redator ali por 1975/76. As Olivettis e as Remingtons tornaram-se então minhas inseparáveis companhias. E as Remingtons de teclas verdes, paixão de tantos, seriam o patamar mais alto que os meus dedos (treinados em um curso de datilografia no bairro Calafate, em Belo Horizonte, al...

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