Pular para o conteúdo principal

Postagens

Destaques

[FIGURA-SOMA, FIGURA-FRAGMENTO]

[agora que sou um escritor  sem fascínio  pela unidade,  chamo as gentes para o baile  das mônadas. requisito  de epicuro a leibnitz  a ventura  dos grãos  ao vento.  descomprometo-me  com o monólito. com bloco  em concreto  não quero negócio.  ah, esse meu pensar  travesso.  dou vivas  ao embaralhamento  dos cubos.  tantas notas  em descompasso.  encho  a pauta  com semínimas  e silêncios.  olho o cinturão  de meteoros no firmamento.  já nem respeito os parágrafos.  faço  palíndromos e tropeços.  trago  lacan  para beber  no odre dos hunos.  redundo  aquele dizer profundo  de escrever como um jogo.  só prezo  o escrito no gozo.  já nem chamo conto  o que poemo ou romanço.  tão sérios  estão os santos,  tão pios, só lágrimas  e sofrimento.  do gato,  eu sigo o ris...

Últimas postagens

[OS GRAVETOS, ESSES SERES DA INOCÊNCIA]

[O MÁGICO DA RUA TRIFANA]

[O SENHOR PONS E A CHAVE DO ENIGMA]

[VOCÊ PREGADO NO POSTE]

[DOIS ASSASSINATOS NA PORTA DO SUPLEMENTO]

[TUDO NO MUNDO ESCREVE]

[MOVIMENTO DAS GENTES]

[TUDO NO MUNDO QUER SER LIDO]

[O IRMÃO DIALÉTICO DO ENSAIO]

[A VIDA? ORA, A VIDA É BICICLETA]

[HERMENÊUTICA DA PAUSA]

[EPIGRAMAS AO VENTO]

[AS FERRAMENTAS DE ESCREVER]

[CURSO GERAL DE POÉTICA: O LIVRO-FILME]

[CANÇÃO DO MOÇO ESQUISITO]

[A FRASE-CIRCO]

[DOS DIZERES NÉSCIOS]

[ENQUANTO CONTINUA O MORMAÇO]

[DECÁLOGO PARA A ARTE DO CONTO]

[OFENDIDOS PELO TEXTO]

[DA SEPARAÇÃO ENTRE POEMA E POESIA]