19.8.26

[CHUVA NO BERIMBAU]

[agora, sim: a linha 
entrou na agulha,

a brasa soltou 
fagulha, há biblioteca

na ilha, quem cai n´água 
é que se molha, tiniu

o fio da navalha, faço
o que me dá na telha, a vida 

é um rádio de pilha, tingi 
de negro a ovelha, não 

aplaudo fogo de palha, 
aprecio o labor da abelha, 

a beleza, eu digo, 
é uma letra na folha.]

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